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Cooperativismo é ferramenta importante no desenvolvimento da Costa Rica

29/11/2019

Durante a semana da XXI Conferência Regional de Cooperativas das Américas, a presidente da Cooperativa das Américas, Graciela Fernandez teve uma reunião com o presidente da Costa Rica, Carlos Alvarado, junto a Marvin Rodriguez Cordero, vice-presidente de Costa Rica, e Fernando Faith Bonilla, conselheiro da Cooperativas das Américas.

Graciela Fernandez agradeceu ao governo pela participação na XXI Conferência, que teve a participação de representantes do judiciário, ministros e legisladores. Em suas participações, o conhecimento sobre o campo do cooperativismo e da economia social foi demonstrado falando-se com a linguagem e a identidade cooperativa, que saem muito de acordo com a organização do cooperativismo no continente americano.

Graciela destacou o papel fundamental que o país teve no apoio ao movimento cooperativo internacional da ACI no Entendimento do Centenário da OIT, dizendo que “a intervenção de Costa Rica foi a chave para a palavra cooperativa apareceu no Documento do Centenário da OIT que nos dá visibilidade ao movimento cooperativo, que muito mais nos une como uma organização e instituição”, destacou. Além disso, em nome dos conselheiros da América, ele agradeceu por ser a sede da Conferência na Costa Rica, com grande responsabilidade do conselheiro local Fernando Faith Bonilla e o povo do governo que estava disponível o tempo todo, sentindo-se próximo ao país, pois “para nós a Costa Rica é um exemplo diário na articulação e nos conceitos de paz positiva”.

O presidente da Costa Rica, Carlos Alvarado, manifestou seu compromisso com o cooperativismo, entendo que existem desafios a serem enfrentados. “Não podemos explicar o desenvolvimento de Costa Rica sem o cooperativismo: distribuição da riqueza, novos modelos associativos, desenvolvimento de novos serviços. Há locais que o principal gerador de emprego são as cooperativas”, disse.

Por outro lado, ele destacou que “o vínculo internacional nos ajuda a enfrentar os diferentes desafios que hoje nos motivam; atualmente, é a busca de como promover o cooperativismo, para que continue a se aprofundar e modernizar sem afetar a identidade do setor”, explicou o presidente costarriquenho.

O presidente também se referiu às boas práticas que impulsionam o cooperativismo, “o aspecto ambiental ligado à produção não é apenas eticamente correto, mas também melhora a competividade, Por exemplo, boas práticas realizadas através da economia social melhoram o valor agregado, são, entre outras, cuidados ambientais, outro exemplo são as cooperativas de eletrificação, por serem produtoras de energia limpa”, concluiu Carlos Alvarado.

Redação EasyCOOP com informações da Cooperativas das Américas